characters : Hana @image_2 and yuki @image_1 [MATCH CUT OPEN — 0:15–0:17] EXACT SAME FRAME as @image_3: o cartão sozinho no banco, mesmo ângulo, mesma luz, vento em seu canto. Segura por 1 segundo. Então — da esquerda do quadro — a mão de Hana entra lentamente. Dedos envelhecidos. Uma manga de cardigã lavanda. A mão alcança o cartão. Pausa acima dele. Não o pega ainda. Essa pausa é tudo. [HANA CHEGA — 0:17–0:21] A câmera recua para revelar Hana por completo — ela sentou-se no banco com sua lentidão cuidadosa e praticada. Sua bolsa de couro desgastada repousa em seus joelhos. Ela está olhando para o cartão em seu colo agora, acabando de pegá-lo. Ela ainda não o abriu. Ela o vira uma vez em suas mãos — examinando o desenho de giz de cera de criança no verso: um pequeno sol, um boneco palito em um banco. Sua expressão: confusa, quieta, imóvel. Quem deixou isso? Estilo anime. Paleta Ghibli. A mesma luz âmbar quente de Clip 1 — estamos no mesmo momento, contínuo. [PICO EMOCIONAL — 0:21–0:27] Hana abre o cartão. Lê. Close-up de seu rosto — nós não vemos as palavras. Precisamos apenas de seu rosto. Sua expressão muda gradual e suavemente — da quietude para um calor suave, como a luz da manhã preenchendo lentamente um quarto. Seus olhos ficam brilhantes e calmos. Os cantos de seus lábios se erguem — um pequeno e genuíno sorriso, o tipo que vem de profunda surpresa e gratidão. Seus lábios se separam ligeiramente. Ela expira lentamente. Ela fecha o cartão com grande cuidado. Ambas as mãos o pressionam contra o peito, segurando-o ali. Os olhos se fecham suavemente. A cabeça se inclina o mínimo grau para cima em direção ao céu. Uma única folha dourada de ginkgo passa flutuando por seu rosto. As cordas do koto sobem suavemente — lento, quente, terno. [BATIDA FINAL — 0:27–0:30] Corte para: atrás da árvore ginkgo, a 20 pés de distância. Yuki espreita ao redor do tronco — um olho brilhante, um tênis rosa visível. Ela está observando Hana segurar o cartão contra o peito. E então — Yuki sorri. O sorriso mais amplo e puro. O sorriso de uma criança que acabou de dar a alguém o maior presente sem gastar nada. A câmera foca em seu olho — brilhante, quente, franzido de alegria. Desvanece lentamente para um branco creme quente. O koto mantém sua nota final. FIM DO CLIP 2. [CAMERA SPECIFICATIONS — CLIP 2] Aspect ratio: 16:9 Duration: 15 seconds Movement: Static match cut open (0:15–0:17). Pull back to reveal Hana (0:17–0:19) at 0.5 ft/s. Rack focus from hands to face (0:20–0:21). Static close-up on face (0:21–0:26). Hard cut to Yuki behind tree (0:27). Static hold on eye. Fade to cream (0:29–0:30). Depth of field: Shallow f/1.8. Soft bokeh behind Hana. Yuki final shot: deep focus — nós a vemos claramente. [LIGHTING — CLIP 2] Continuous from Clip 1 — mesma luz dourada de tarde de 3200K. As Hana reads the card: light warms further, almost golden- honey. As if the sun itself leans in. Yuki final shot: warm backlighting through ginkgo leaves, rim light in her hair, face lit by the warmth of what she has done. [AUDIO — CLIP 2] 0:15–0:17: Wind. One koto note continuing from Clip 1. 0:17–0:21: Ambient park sounds very soft. Paper turning once. 0:21–0:26: Koto melody enters — slow, three notes, tender and warm. Rises very gently. 0:27–0:29: Koto swells to its warmest note. Holds. 0:29–0:30: Fade to silence. Wind. One last leaf.
O Galo Que Acordou o Sol
Um vídeo cinematográfico estilo "slice-of-life" mostra uma fazenda e um vale adormecidos sob um céu azul escuro antes do amanhecer com uma lua crescente. Ele captura uma fantasia de fazenda mítica e sutilmente cômica, focando na crença do Galo em invocar o sol, com um forte arco narrativo e orientação emocional.
Prompt
Use a imagem como o projeto de storyboard aprovado pelo diretor para a sequência. Trate cada painel do storyboard como um plano consecutivo dentro de uma única sequência cinematográfica. Siga a ordem dos painéis exatamente e não invente cobertura alternativa. Não renderize a folha do storyboard em si. Preserve o posicionamento da câmera, enquadramento, intenção da lente, escala do plano, encenação do galo, geografia da fazenda, progressão do céu, coreografia da ação, continuidade e escalada emocional mostradas pelo storyboard. O storyboard é a principal fonte de verdade para a narrativa visual. Recrie a sequência filmada implícita pelos painéis, em vez da arte física do storyboard. REFERÊNCIA DE PRIORIDADE: controla a identidade do galo C1, o cenário da fazenda, a transformação do amanhecer ao nascer do sol, a escala mítica, a escalada emocional, o tom cômico sutil e a pureza do painel. TÍTULO: O GALO QUE ACORDOU O SOL FORMATO: Curta-metragem cinematográfico de fantasia mítica de fazenda de 15 segundos. Um ritual contínuo ao amanhecer. Sem diálogo. PERSONAGEM C1: C1 é um galo de fazenda orgulhoso com penas ricas e em camadas, um peito forte, olhos afiados, uma crista vermelha vívida, silhueta poderosa e autoconfiança real. Mantenha a mesma identidade do galo em toda a sequência. Ele nunca deve parecer bobo, desajeitado ou estúpido. Ele deve parecer focado, digno, reverente e absolutamente convencido de que seu canto matinal invoca pessoalmente o sol. AMBIENTE: Uma fazenda e um vale adormecidos antes do amanhecer. Telhado de celeiro, cercas, campos, montanhas distantes, névoa baixa, céu azul profundo antes do amanhecer, nuvens dramáticas, depois o nascer do sol dourado inundando a paisagem. O mundo começa em silêncio e escuridão, depois se transforma em luz matinal radiante. Termina na vida cotidiana, mas bonita, da fazenda. ORIENTAÇÃO EMOCIONAL: Valência: quietude sagrada → propósito de despertar → foco ritual → liberação cósmica → revelação dourada → retorno confiante ao dever ordinário. Excitação: calma quase silenciosa, construção gradual, respiração presa, canto poderoso, ignição celestial enorme, calor expansivo, orgulho relaxado. A comédia deve permanecer sutil e digna. O filme trata a crença do galo com total seriedade. O público deve sorrir com o absurdo, mas o curta deve quase nos convencer de que ele está certo. ESTILO VISUAL: Fantasia cinematográfica mítica / amanhecer épico de fazenda. Energia de ritual ancestral do nascer do sol. Céus enormes, formações de nuvens dramáticas, enquadramento heroico lento, luz dourada sagrada, paisagens majestosas, névoa atmosférica, poeira suave, brilho quente da lente. O galo é minúsculo na realidade, mas a câmera o trata como um rei-deus. Realismo cinematográfico de alta qualidade ou mito fotorreal estilizado, com clareza emocional e narrativa visual limpa. Sem pastelão. Sem caras de paródia. O nascer do sol deve parecer enorme, sagrado e transformador do mundo. ÁUDIO: Sem diálogo. Comece com silêncio total antes do amanhecer, leve ambiente noturno, insetos distantes, vento fraco, quietude da fazenda adormecida. Adicione sutil farfalhar de penas, garras na madeira, pequenas respirações e um silêncio atmosférico crescente durante a subida. Na inalação, quase todo o som desaparece. O canto deve ser poderoso, singular e mítico. Siga com uma enorme liberação que quebra o céu: ar rolando, ruptura de nuvens, aumento radiante, pássaros se agitando, névoa se dissipando, animais da fazenda acordando, vida matinal retornando. Termine com um ambiente suave da fazenda, passos suaves e ritmo confiante de andar. A música, se usada, deve ser mínima e reverente no início, crescendo para uma liberação mítica do amanhecer, depois se estabelecendo em um contentamento rústico e acolhedor. BATIDAS DO PAINEL: P01: Mundo adormecido; amplo. Antes do amanhecer. Fazenda e vale adormecidos e silenciosos sob um céu azul escuro. Tudo está parado. P02: Olho se abre; fechado. O olho de C1 se abre com propósito repentino. O despertar parece importante, como o início de uma profecia. P03: Caminhada com propósito; médio baixo. C1 avança com total seriedade ritual. Este não é um movimento aleatório. Ele tem um trabalho a fazer. P04: Ascensão sagrada; plano de subida. C1 sobe em direção ao ponto mais alto do telhado do celeiro como se estivesse subindo um cume sagrado. P05: Ponto mais alto; silhueta ampla. C1 alcança o pico e se destaca contra o vasto céu antes do amanhecer. Pausa reverente. O mundo parece esperá-lo. P06: Olhar para o horizonte; close heroico. C1 estuda o horizonte com calma autoridade, preparando-se para o ato que iniciará o dia. P07: Peito se expande; close médio. Seu peito se expande com solene determinação. Ele se prepara como um rei antes da cerimônia. P08: Inalação silenciosa; detalhe macro. Segure a inalação. Detalhe da pena, bico, respiração, tensão absoluta. Não apresse este momento. P09: O canto; médio heroico. C1 solta um canto enorme. Esta é a ação sagrada central. P10: Céu se racha; céu amplo. Os céus se abrem. As nuvens se rompem dramaticamente como se seu canto tivesse acionado o próprio céu. P11: Sol se acende; horizonte amplo. O sol irrompe com enorme força dourada. Isso deve parecer massivo e sagrado. P12: Névoa fica dourada; campo amplo. A luz dourada inunda a terra. A névoa brilha. O mundo muda visivelmente sob o novo dia. P13: Mundo desperta; aéreo amplo. O vale e a fazenda ganham vida em uma calorosa revelação do amanhecer. A manhã se espalha. P14: Fazenda se agita; pátio amplo. A fazenda começa a acordar naturalmente: movimento sutil, atividade suave, a vida comum retornando. P15: Testemunhas comuns; médio. Galinhas e animais da fazenda observam como humildes testemunhas do que parece, para C1, um milagre diário. P16: De volta à terra; batida descendente. A escala relaxa. C1 desce do telhado para o mundo comum da fazenda. P17: Andar real; médio baixo. C1 anda orgulhosamente pelo pátio com absoluta confiança, como um governante que cumpriu seu dever sagrado. P18: Mais um dia de trabalho; amplo. Fazenda em plena manhã. C1 retorna à rotina como se invocar o sol fosse simplesmente parte do trabalho. INSTRUÇÕES PRINCIPAIS: Mantenha a primeira metade parecendo que o mundo inteiro está esperando por C1. Proteja o silêncio antes do canto. Não apresse o momento da inalação/canto. Faça o nascer do sol parecer enorme, sagrado e convincente. Mantenha o galo orgulhoso, real e digno durante todo o tempo. A comédia deve vir apenas da seriedade aplicada a um ritual comum do galo. Não faça o curta pastelão. Não faça C1 desajeitado ou bobo. Não faça o nascer do sol parecer pequeno. Mantenha o final enraizado na vida comum da fazenda, com a piada final sendo que este milagre é, para ele, simplesmente mais um dia de trabalho. Não mostre caixas de painel, rótulos, notas de lente, setas, trilhas de batidas, legendas ou gráficos de storyboard.
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